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O cyberbullying começa mais cedo do que se pensa – veja como proteger o seu filho agora

O mês de Outubro foi o mês nacional de prevenção ao bullying, fundado pela PACER em 2006, mas é importante continuar a falar deste assunto, para conseguirmos dar aos pais o conhecimento necessário para proteger os seus filhos contra o bullying, especialmente uma das suas novas formas: o cyberbullying.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cyberbullying começa cada vez mais cedo, especialmente porque as crianças estão a adquirir os seus próprios smartphones aos 6 anos de idade, segundo alguns estudos.

De seguida, deixamos alguns conselhos sobre como conseguir ficar por dentro de tudo, para que isso não se torne um problema para o seu filho:

  1. Converse cedo.

Antes que o seu filho tenha acesso a qualquer tecnologia usada para comunicar com outras pessoas, como redes sociais, grupos de chat, jogos interativos e mensagens de texto, é importante sentar-se com ele para conversar.

Ao debater o uso da tecnologia com o seu filho, reconheça que pode ser difícil para ele conversar consigo sobre bullying. Se você lhe garantir que entende o quão importante é poder comunicar com os amigos online, é mais provável que o seu filho o avise caso ocorra algum problema.

Acima de tudo, deixe o seu filho saber que você está lá para apoiá-lo se ele sofrer algum tipo de cyberbullying. Ao mesmo tempo, certifique-se que ele entende que, se ele próprio exibir comportamentos de cyberbullying, sofrerá consequências. Explique ao seu filho que se algo prejudicial for dito ou feito online, é cyberbullying, e que ninguém merece ser intimidado ou humilhado.

  1. Defina regras e diretrizes claras.

Assim como você tem regras de segurança para o seu filho ou filha no mundo físico, faça o mesmo no mundo da internet. Os princípios básicos de segurança incluem não partilhar senhas com amigos nem desconhecidos, claro, e compreender que nem todas as pessoas online são quem alegam ser. Explique-lhe que é preciso ter cuidado com o que partilha com as pessoas, e defina limites sobre o que é e o que não é apropriado partilhar.

Estabeleça regras claras sobre se seu filho pode ser “amigo” de pessoas que não conhece, e a que horas e onde pode aceder à internet. Discuta quais comportamento são ou não aceitáveis e incentive as perguntas por parte do seu filho, para garantir que ambos estão na mesma página.

  1. Mantenha-se envolvido na evolução do mundo online do seu filho.

Informe o seu filho pequeno que você terá as senhas dele, e consequentemente, acesso às suas contas dele. Determine se e quando pode usar as senhas para verificar o conteúdo da conta. Explore as opções de controlo de pais por meio dos seus provedores de serviços de internet e continue a comunicar com o seu filho.

Incentive-o também a entrar em contato consigo quando tiver dúvidas, ou se algo simplesmente não parecer certo. Mantenha-se atualizado em relação às novas tecnologias e, à medida que seu filho amadurece, considere ajustar as regras para que sejam eficazes e apropriadas à idade dele.

Como pai, você é responsável por conhecer a vida online do seu filho. A comunicação aberta é a melhor maneira de garantir que as interações são saudáveis ​​e divertidas.

O Centro Nacional de Prevenção de Bullying da PACER lidera ativamente as mudanças sociais para evitar o bullying infantil, para que todos os jovens estejam seguros nas suas escolas, comunidades e online. Para além disso, também fornece recursos inovadores para estudantes, pais, educadores e outros, que pode aceder em PACER.org.

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